segunda-feira, 6 de julho de 2009

Minha ausente

Se diz presente,
Mas não desejo apenas sua voz,
Pensamentos.
Desejo sua carne
Em constante contato

Presa em grades
Comprimindo seus sentidos aos meus
Levando ao nada suas forças diante de mim.
Ouvindo-a passiva em suspiros delirantes
Perdendo a compostura,
Fragilizando-a em completo desrespeito
Mantenha meu prazer imperfeito.

Plantei em ti meu temor inseguro,
Obscuro,cego,
O qual cultivei em silêncio para usar auspiciosamente.
Clame meu perdão pela sua indiferença
Ou estará comprometida,
Condenada a saciar meu prazer

Minha ausente,
Não te peço muito
Apenas um meio para essa história
O suficiente,um detalhe fixo,
Compartilhado,
Suado,
Frenético.

Tua falta não ficará imune ao meu castigo
Minha impaciência não permite que eu muito espere
Mas venha assim que puder
Se faça presente,
Ou não terei desvelo por ti

Tão pouco a teus sentimentos!

Um comentário:

. disse...

Oie Vanessa, aqui é a Evelyn da escola, não tô logado no meu blog. mais to comentando aqui no seu pra deixar o meu.
segue lá: folhasdemeuoutono.blogspot.com

qnd eu logar vou seguir aqui.

adorei o poema!

Beijos