Se diz presente,
Mas não desejo apenas sua voz,
Pensamentos.
Desejo sua carne
Em constante contato
Presa em grades
Comprimindo seus sentidos aos meus
Levando ao nada suas forças diante de mim.
Ouvindo-a passiva em suspiros delirantes
Perdendo a compostura,
Fragilizando-a em completo desrespeito
Mantenha meu prazer imperfeito.
Plantei em ti meu temor inseguro,
Obscuro,cego,
O qual cultivei em silêncio para usar auspiciosamente.
Clame meu perdão pela sua indiferença
Ou estará comprometida,
Condenada a saciar meu prazer
Minha ausente,
Não te peço muito
Apenas um meio para essa história
O suficiente,um detalhe fixo,
Compartilhado,
Suado,
Frenético.
Tua falta não ficará imune ao meu castigo
Minha impaciência não permite que eu muito espere
Mas venha assim que puder
Se faça presente,
Ou não terei desvelo por ti
Tão pouco a teus sentimentos!
segunda-feira, 6 de julho de 2009
domingo, 5 de julho de 2009
Meu cálice
Aceitei e dele bebi
Mas esse não fez efeito algum
Mal pude desfrutar
Foi insaciável
Ao menos senti o gosto do segundo gole
Nem sei se realmente o toquei
Trate de me saciar
Se sua bebida serve de consolo
Pra alguém que esta em suas mãos
Não se distancie
Eu não lhe farei mal algum
A menos que deseje
Não tenha receio de me embriagar
Quero te contar um segredo
Não o tire das minhas mãos
Me devolva esse cálice
Sinta-se bem com o meu desdenho
Possua-me
Depois se omita a minha visão
Se a ver outra vez não serei tão covarde
Essa é sua ultima chance
Talvez haja uma próxima
Talvez haja uma distante proposta de prazer
Somos apenas opostos que se expelem no fim
Com atuais desejos em comum
Meu erro agora é te dar o luxo de meu corpo ter
Não me ignore
Me embriague pois conheço seu querer
Sou presa fora da selva ,
Me embriague por minha rara perseverança
Tu és meu cálice agora
Então devolva o meu prazer
Antes que eu me despeça
Antes que tudo chegue ao fim!
Mas esse não fez efeito algum
Mal pude desfrutar
Foi insaciável
Ao menos senti o gosto do segundo gole
Nem sei se realmente o toquei
Trate de me saciar
Se sua bebida serve de consolo
Pra alguém que esta em suas mãos
Não se distancie
Eu não lhe farei mal algum
A menos que deseje
Não tenha receio de me embriagar
Quero te contar um segredo
Não o tire das minhas mãos
Me devolva esse cálice
Sinta-se bem com o meu desdenho
Possua-me
Depois se omita a minha visão
Se a ver outra vez não serei tão covarde
Essa é sua ultima chance
Talvez haja uma próxima
Talvez haja uma distante proposta de prazer
Somos apenas opostos que se expelem no fim
Com atuais desejos em comum
Meu erro agora é te dar o luxo de meu corpo ter
Não me ignore
Me embriague pois conheço seu querer
Sou presa fora da selva ,
Me embriague por minha rara perseverança
Tu és meu cálice agora
Então devolva o meu prazer
Antes que eu me despeça
Antes que tudo chegue ao fim!
Estupido cruél
Seu olhar e admiração são ineficazes desculpas disfarçadas
Diante de atos passados,dos quais bem me recordo.
Direi tudo que antes me neguei a dizer.
Talvez você chore
Talvez faça escândalos
Mas talvez não se lembre dos motivos que me fazem agir indiferente
Teu ego será inibido
Teu choro será de vergonha
Teu escândalo será ignorado
Talvez eu exponha um riso de ironia para contigo
Mas se houver um silêncio
Será o reflexo de uma lembrança,
A expressão de um corpo arrependido
Que você volte para a escuridão
Que sofra durante toda eternidade
Que perceba o quão maléfico foi.
Sua alma sangrará
Como sangrou o corpo de Cristo
Quero que sofra mais do que me fez sofrer
Que o inferno seja seu infinito de reflexão e dor
Sinta como foram meus dias diante sua presença
Encontrei refúgio em vales distantes
Mas tú não terás escolha
Perdi minha essência
Perdi as coisas mais belas que haviam em mim
Meu ódio se saciará com sua dor
Talvez você perceba a causa do meu sentimento falho
Do meu rancor
Espero que se lembre de mim
Do que me fez.
Estupido, cruél! Me rendo as lágrimas
Talvez haja uma 2ª chance
Que seja o bastante. Que seja infeliz !
Diante de atos passados,dos quais bem me recordo.
Direi tudo que antes me neguei a dizer.
Talvez você chore
Talvez faça escândalos
Mas talvez não se lembre dos motivos que me fazem agir indiferente
Teu ego será inibido
Teu choro será de vergonha
Teu escândalo será ignorado
Talvez eu exponha um riso de ironia para contigo
Mas se houver um silêncio
Será o reflexo de uma lembrança,
A expressão de um corpo arrependido
Que você volte para a escuridão
Que sofra durante toda eternidade
Que perceba o quão maléfico foi.
Sua alma sangrará
Como sangrou o corpo de Cristo
Quero que sofra mais do que me fez sofrer
Que o inferno seja seu infinito de reflexão e dor
Sinta como foram meus dias diante sua presença
Encontrei refúgio em vales distantes
Mas tú não terás escolha
Perdi minha essência
Perdi as coisas mais belas que haviam em mim
Meu ódio se saciará com sua dor
Talvez você perceba a causa do meu sentimento falho
Do meu rancor
Espero que se lembre de mim
Do que me fez.
Estupido, cruél! Me rendo as lágrimas
Talvez haja uma 2ª chance
Que seja o bastante. Que seja infeliz !
Pensamento relapso
O que me chama?
A resposta vem em sons musicais embalada pelo sopro do vento:
É o universo flamejante clamante pela minha atenção.
O mundo dos sonhos existe
É indefinido,pesado,mas posso flutuar
Sozinha é gostoso contigo, incomum.
Nesse mundo estranho ou em lugar algum
Algum universo envenenado
Calado com teu beijo
Inovado com letras
Relembrado por canções
Eu comigo, eu contigo
Blues e poesia!
Ultilizo com cautela meus argumentos
Como um escudo por minhas mãos esculpido
Em absurdo êxtase me afogo
Tentando chegar ainda mais longe
Percebo simplórios erros
Mas conheci uma partícula a mais desse tudo,
Do meu nada
Deixo guardado meu segredo
Para que nenhuma mente maligna descubra
Encontro túmulos, ossos
Desejo voltar as cinzas num futuro distante
Que elas perdurem por terras
Perturbem estrelas
Que tragam prazeres,desprazeres,
Que insultem os indignos
De maneira sobrenatural
Minha mente atuará absurdamente em mentes que se propagam no infinito,
Eterno infinito desconhecido ao qual me refiro !!!
A resposta vem em sons musicais embalada pelo sopro do vento:
É o universo flamejante clamante pela minha atenção.
O mundo dos sonhos existe
É indefinido,pesado,mas posso flutuar
Sozinha é gostoso contigo, incomum.
Nesse mundo estranho ou em lugar algum
Algum universo envenenado
Calado com teu beijo
Inovado com letras
Relembrado por canções
Eu comigo, eu contigo
Blues e poesia!
Ultilizo com cautela meus argumentos
Como um escudo por minhas mãos esculpido
Em absurdo êxtase me afogo
Tentando chegar ainda mais longe
Percebo simplórios erros
Mas conheci uma partícula a mais desse tudo,
Do meu nada
Deixo guardado meu segredo
Para que nenhuma mente maligna descubra
Encontro túmulos, ossos
Desejo voltar as cinzas num futuro distante
Que elas perdurem por terras
Perturbem estrelas
Que tragam prazeres,desprazeres,
Que insultem os indignos
De maneira sobrenatural
Minha mente atuará absurdamente em mentes que se propagam no infinito,
Eterno infinito desconhecido ao qual me refiro !!!
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