O reflexo do desespero
a sombra ressurgindo da luz
mistérios do além
fecho meus olhos...
o que a no interior?
Mistérios de ninguém,
que tento conhecer,
escrever,
explicar.
Minha alma insípida,
temendo o amanhecer
na madrugada,
abandonada.
Grita,
chora,
não se cala,
não vê nada.
Mas quem a de ouvi-la
ela não sai
o claustro é sua casa
ela não arrisca,
se fecha pro mundo
o exterior é temido
fica presa no casulo do corpo,
por suas limitações
Lugar inquietante,
porém menos perigoso
às vezes se bate
às vezes bate em alguma coisa.
O que ela sente?
Cólicas de uma menstruação,
ou talvez efeitos de uma anestesia
nenhuma dor,
nenhum toque,
apenas o desespero
de não sentir,
de não saber como agir
ela vive o seguro inseguro,
do qual não deseja mais fazer parte.
Retire essa agulha,
que sustenta minha angustia
abro os olhos,
espero ter aberto meu próprio cadeado
meus mistérios,meu além!!!
domingo, 22 de março de 2009
domingo, 15 de março de 2009
A parte interrompida
Procurei dias e noites a fil. encontrar a outra metade
A parte interrompida
Fui tola não deveria ter negado,
Mas aquele não era um bom momento.
A perdi, a vi partir
Levada pela neblina e pelo vento
Não pude voltar
E aquele gosto ainda perpetuo
Me vez calar
Não me contive com aquele adeus
Nem com outros lábios que beijei
Eram aqueles
Os olhos famintos e clamantes
Os lábios macios, amantes
Aqueles que me tocaram
Deixando o gosto perpetuo
O que me fez negar - ti foi esquecido,
Foi inconsciente,
Foi inconseqüente
Sinto-me tão perto agora
Não a como ser impedida,
Não seja tola,
Não me negue.
Nossos lábios desejam concluir
Desejamos a parte que falta
Deixe ser levada pelos meus braços
Me de a outra metade
Aquela que nos completa
A parte interrompida do beijo
Como se fosse uma despedida, a extinção!!!
A parte interrompida
Fui tola não deveria ter negado,
Mas aquele não era um bom momento.
A perdi, a vi partir
Levada pela neblina e pelo vento
Não pude voltar
E aquele gosto ainda perpetuo
Me vez calar
Não me contive com aquele adeus
Nem com outros lábios que beijei
Eram aqueles
Os olhos famintos e clamantes
Os lábios macios, amantes
Aqueles que me tocaram
Deixando o gosto perpetuo
O que me fez negar - ti foi esquecido,
Foi inconsciente,
Foi inconseqüente
Sinto-me tão perto agora
Não a como ser impedida,
Não seja tola,
Não me negue.
Nossos lábios desejam concluir
Desejamos a parte que falta
Deixe ser levada pelos meus braços
Me de a outra metade
Aquela que nos completa
A parte interrompida do beijo
Como se fosse uma despedida, a extinção!!!
Jogo de gente grande
Pela manha as janelas se abriram
Ouvi o som do seu rádio
Já não era tão cedo
O sol já se levantara
Eu á vi,
Bela e quase nua
De top e um mini short na calçada da rua
Senti um breve desespero
Lembrei que não pode ser minha
Não apenas minha
Mas te desejo sem calcinha
Sobre a mesa da cozinha
Desejo desfigurar-te
Deixar-te sem ar
Me deste um sinal
Também desejava
Algo me impediu de chegar
Essa insegurança oprimente me fez recuar
Entrei e suspirei
Em seguida sai
Você já havia se retirado
Está brincando comigo
Cansei de brincar
Não vou atrás de você.
Pare de jogar sozinha
Vem jogar comigo,
Jogo de gente grande.
Sem medo,
Entre,
Feche a porta,
Deite,
Eu tiro sua roupa.
No escuro inseguro
Me desfaço e te faço.
Suspiro,
Nem percebes,
Vira minha ancila.
Desfalece no meu ser
Crie essa historia
Antes que eu perca a memória
Nos invente
Se faça presente
Até que o sol renasça outra vez!!!
Ouvi o som do seu rádio
Já não era tão cedo
O sol já se levantara
Eu á vi,
Bela e quase nua
De top e um mini short na calçada da rua
Senti um breve desespero
Lembrei que não pode ser minha
Não apenas minha
Mas te desejo sem calcinha
Sobre a mesa da cozinha
Desejo desfigurar-te
Deixar-te sem ar
Me deste um sinal
Também desejava
Algo me impediu de chegar
Essa insegurança oprimente me fez recuar
Entrei e suspirei
Em seguida sai
Você já havia se retirado
Está brincando comigo
Cansei de brincar
Não vou atrás de você.
Pare de jogar sozinha
Vem jogar comigo,
Jogo de gente grande.
Sem medo,
Entre,
Feche a porta,
Deite,
Eu tiro sua roupa.
No escuro inseguro
Me desfaço e te faço.
Suspiro,
Nem percebes,
Vira minha ancila.
Desfalece no meu ser
Crie essa historia
Antes que eu perca a memória
Nos invente
Se faça presente
Até que o sol renasça outra vez!!!
quarta-feira, 11 de março de 2009
Desejava seu beijo
Sai como de costume sem destino
lembrei de ti
passei por teus caminhos
senti cada gota de água que tocava minha pele nua
ouvi cada splas da garoa na rua
senti seu cheiro
desejava seu beijo
onde estava?
Não á vi em nenhum dos carros que passava
suspirei, ao lembrar-me do seu toque
sussurrei, mas você não pode me ouvir
parei, estava desalentada
regressei, mas ainda procurando-te
ainda com dor
ainda com frio
desejava seu beijo
enquanto o sopro do vento me feria
não era dia
a noite não foi generosa
não era o dia
contudo voltei
enquanto os pés fadigados permitiam meus passos
Esperei no portão minha vizinha invisível
as luzes apagadas deduziam sua ausência
a garoa cessou
o frio ainda me fazia bater os dentes
você não apareceu
deveras não se encontrava
entrei devagar na esperança de vê-la chegar
sem sinal, sem você
naquela data a noite foi adulta
cedi meu corpo ao sono e dormi desejando seu beijo!!!
lembrei de ti
passei por teus caminhos
senti cada gota de água que tocava minha pele nua
ouvi cada splas da garoa na rua
senti seu cheiro
desejava seu beijo
onde estava?
Não á vi em nenhum dos carros que passava
suspirei, ao lembrar-me do seu toque
sussurrei, mas você não pode me ouvir
parei, estava desalentada
regressei, mas ainda procurando-te
ainda com dor
ainda com frio
desejava seu beijo
enquanto o sopro do vento me feria
não era dia
a noite não foi generosa
não era o dia
contudo voltei
enquanto os pés fadigados permitiam meus passos
Esperei no portão minha vizinha invisível
as luzes apagadas deduziam sua ausência
a garoa cessou
o frio ainda me fazia bater os dentes
você não apareceu
deveras não se encontrava
entrei devagar na esperança de vê-la chegar
sem sinal, sem você
naquela data a noite foi adulta
cedi meu corpo ao sono e dormi desejando seu beijo!!!
Meu choro
Hora do adeus
meu riso se tornou choro
minhas lágrimas escoam em silêncio
me despeço
estou indo pro além
além do que havia projetado
além dos sonhos utópicos
eram apenas sonhos
apenas planos
não se realizariam (talvez sim)
me sinto fraca por não conseguir ficar
ainda é tudo confuso e conflituoso.
Meu mundo está contorcido
machucado por quedas
corroído por palavras
fugir é covardia
não me resta outra escolha
pretendo voltar
voltarei
mas preciso ir
já é tarde
enquanto deixo algo pra traz
repousa em mim aquele maldito silêncio
meu choro!
meu riso se tornou choro
minhas lágrimas escoam em silêncio
me despeço
estou indo pro além
além do que havia projetado
além dos sonhos utópicos
eram apenas sonhos
apenas planos
não se realizariam (talvez sim)
me sinto fraca por não conseguir ficar
ainda é tudo confuso e conflituoso.
Meu mundo está contorcido
machucado por quedas
corroído por palavras
fugir é covardia
não me resta outra escolha
pretendo voltar
voltarei
mas preciso ir
já é tarde
enquanto deixo algo pra traz
repousa em mim aquele maldito silêncio
meu choro!
segunda-feira, 9 de março de 2009
O grito
Meu corpo se desloca arrasto
dos olhos flui sangue
os lábios ressecados gritam diante do desespero
ouço ruídos no vazio
Vejo ossos
são deles,
são teus,
são meus,
ou,o que de mim resta
Me desfaleço lentamente
distúrbios invadem minha mente
o grito
este grito
meu grito
pesadelos da minha realidade
e tudo parecia lacônico!
Minha alma dilacerada corrompe-se
não á lugar,
não á luar
tento me prevenir do mal que me assola,
mas são tantas as tuas armadilhas.
Por mais que eu demonstre força
sou uma ancila do desespero.
Todas as portas se fecharam
não á janelas
as paredes mudaram de lugar;
É quase um labirinto aqui
mas não existe saídas
ou ao menos estou longe de encontrar
morrerei antes de desistir
enquanto os espinhos não perfuram meu coração.
No ultimo suspiro terei forças para gritar
pois minha personalidade não permiti mais um fracasso
meu ultimo desejo:
Que as chamas do inferno não alcance meus pés !
dos olhos flui sangue
os lábios ressecados gritam diante do desespero
ouço ruídos no vazio
Vejo ossos
são deles,
são teus,
são meus,
ou,o que de mim resta
Me desfaleço lentamente
distúrbios invadem minha mente
o grito
este grito
meu grito
pesadelos da minha realidade
e tudo parecia lacônico!
Minha alma dilacerada corrompe-se
não á lugar,
não á luar
tento me prevenir do mal que me assola,
mas são tantas as tuas armadilhas.
Por mais que eu demonstre força
sou uma ancila do desespero.
Todas as portas se fecharam
não á janelas
as paredes mudaram de lugar;
É quase um labirinto aqui
mas não existe saídas
ou ao menos estou longe de encontrar
morrerei antes de desistir
enquanto os espinhos não perfuram meu coração.
No ultimo suspiro terei forças para gritar
pois minha personalidade não permiti mais um fracasso
meu ultimo desejo:
Que as chamas do inferno não alcance meus pés !
Insana esperança
(fusão de pensamentos:meu e do Rick,
ele é um amigo meu e ótimo escritor,
admiro os poemas dele de uma forma suprema!)
A mediocridade nos olhos;
demonstram sentimentos guardados
e a grandiosidade do mar;
esconde segredos
Como as nuvens sigo sem direção
a insegurança me encurrala
sou presa frágil sangrando
silenciado por blasfemas;
Continuo sem direção
ou talvez sem coragem de seguir uma
enfim sigo uma cansativa caminhada
por um objetivo indeterminado;
Ando de costas para tudo que sonhei
contendo as profundas feridas;
corroídas pela ignorância alheia
Talvez a indignidade do meu ser
tenha me feito errante
clamante por realização;
Absorva meus pecados,
me abra à porta da insana esperança
para eu prevalecer na escuridão
como a luz prevalece no dia!!!
ele é um amigo meu e ótimo escritor,
admiro os poemas dele de uma forma suprema!)
A mediocridade nos olhos;
demonstram sentimentos guardados
e a grandiosidade do mar;
esconde segredos
Como as nuvens sigo sem direção
a insegurança me encurrala
sou presa frágil sangrando
silenciado por blasfemas;
Continuo sem direção
ou talvez sem coragem de seguir uma
enfim sigo uma cansativa caminhada
por um objetivo indeterminado;
Ando de costas para tudo que sonhei
contendo as profundas feridas;
corroídas pela ignorância alheia
Talvez a indignidade do meu ser
tenha me feito errante
clamante por realização;
Absorva meus pecados,
me abra à porta da insana esperança
para eu prevalecer na escuridão
como a luz prevalece no dia!!!
sábado, 7 de março de 2009
Tire a lente
Eu viro a pagina
vejo mais um capitulo
maldito,insípido e tolo
Você se contradiz
diz que é auto-suficiente
mas o rancor e a agonia te desfalece dia pós dia
Comete erros,
então aprenda com eles
não tente andar despido sobre as ondas do mar
a rocha é o melhor lugar para que se possa caminhar
cansei de lhe emprestar meu colo
cansei de ser a única a sentir seu desespero
cansei da sua maledicência,
da sua falta de paciência
Pare de dissimular
tire a lente que esconde o brilho do seu olhar
quebre essa imagem clichê
mostre sua verdadeira identidade
Não será preciso um tapa na face
ou um golpe de punhal
para que perceba o quão tolo foste
e o quão sábio será!!!
vejo mais um capitulo
maldito,insípido e tolo
Você se contradiz
diz que é auto-suficiente
mas o rancor e a agonia te desfalece dia pós dia
Comete erros,
então aprenda com eles
não tente andar despido sobre as ondas do mar
a rocha é o melhor lugar para que se possa caminhar
cansei de lhe emprestar meu colo
cansei de ser a única a sentir seu desespero
cansei da sua maledicência,
da sua falta de paciência
Pare de dissimular
tire a lente que esconde o brilho do seu olhar
quebre essa imagem clichê
mostre sua verdadeira identidade
Não será preciso um tapa na face
ou um golpe de punhal
para que perceba o quão tolo foste
e o quão sábio será!!!
Gosto permanente
De um olhar a cautela
da cautela a aproximação
da aproximação o conhecer
do conhecer o saber
saber mais de você
do saber o desejo
do desejo um ensejo
de um ensejo o momento
do momento uma respiração
Daí um pesadelo pornográfico
uma fixação
uma guerra inconsciente
o gosto permanente
os lábios humedecidos
os músculos contraídos
o frio e o calor incandescente
o sobe e desce da balança
a fuga
um esconderijo;
em baixo dos lençóis
lá em casa
a sós
a safada saudade afogada na humidade
um ultimo segredo,
te quero outra vez!
da cautela a aproximação
da aproximação o conhecer
do conhecer o saber
saber mais de você
do saber o desejo
do desejo um ensejo
de um ensejo o momento
do momento uma respiração
Daí um pesadelo pornográfico
uma fixação
uma guerra inconsciente
o gosto permanente
os lábios humedecidos
os músculos contraídos
o frio e o calor incandescente
o sobe e desce da balança
a fuga
um esconderijo;
em baixo dos lençóis
lá em casa
a sós
a safada saudade afogada na humidade
um ultimo segredo,
te quero outra vez!
sexta-feira, 6 de março de 2009
O que ouve?
No passado um erro
do erro uma consequência
da consequência um "amor";cego
ou melhor
um sentimento inibido,corroído,submisso
mas você parece gostar de sofrer
O que ouve com sua opinião
o que ouve com sua decisão
o que ouve com o saber dizer não
onde esconde aquela certeza;
caminhava com passos firmes e rígidos
em terras planas de lugares proibidos
se afundou na areia movediça
por um capricho tênue
levando também aquela certeza
o que ouve?
não se permita ferir
mude sua direção
não repita o mesmo erro
ninguém fará isso por ti
Ainda a tempo de voltar à razão
diga não
assuma as rédeas dos seus sentimentos
aprenda a viver sem ela
aquela que fez morrer teu riso
que fez gritar teu choro!
do erro uma consequência
da consequência um "amor";cego
ou melhor
um sentimento inibido,corroído,submisso
mas você parece gostar de sofrer
O que ouve com sua opinião
o que ouve com sua decisão
o que ouve com o saber dizer não
onde esconde aquela certeza;
caminhava com passos firmes e rígidos
em terras planas de lugares proibidos
se afundou na areia movediça
por um capricho tênue
levando também aquela certeza
o que ouve?
não se permita ferir
mude sua direção
não repita o mesmo erro
ninguém fará isso por ti
Ainda a tempo de voltar à razão
diga não
assuma as rédeas dos seus sentimentos
aprenda a viver sem ela
aquela que fez morrer teu riso
que fez gritar teu choro!
quarta-feira, 4 de março de 2009
Controversas administrativas
As coisas não estão sempre onde queremos
nós não estamos sempre onde devemos
nem todos se importam com o que faremos
eu faço quase tudo que quero,
falta pouco pra tudo
mas a parte que falta só depende de ti.
Delete as sátiras que dizem sobre mim
perca a memória pra adiar nosso fim
desventuras em série é mania de perseguição
vamos pra onde não haja inquisição.
Que tal uma troca de ideias sobre a vida?!
Não sei você,mas eu estou decidida
se não vier sinto muito
sentirei saudades.
Siga sua opinião.
Nem sempre ouvimos o que queremos
nem sempre pagamos o que devemos
obstante dos olhares e intromissões alheias
não frustra-se enquanto a vida nos é concedida
aprenda que tudo não é mais nem menos que;
um conjunto variado de controversas administrativas
basta que se saiba administrar!
nós não estamos sempre onde devemos
nem todos se importam com o que faremos
eu faço quase tudo que quero,
falta pouco pra tudo
mas a parte que falta só depende de ti.
Delete as sátiras que dizem sobre mim
perca a memória pra adiar nosso fim
desventuras em série é mania de perseguição
vamos pra onde não haja inquisição.
Que tal uma troca de ideias sobre a vida?!
Não sei você,mas eu estou decidida
se não vier sinto muito
sentirei saudades.
Siga sua opinião.
Nem sempre ouvimos o que queremos
nem sempre pagamos o que devemos
obstante dos olhares e intromissões alheias
não frustra-se enquanto a vida nos é concedida
aprenda que tudo não é mais nem menos que;
um conjunto variado de controversas administrativas
basta que se saiba administrar!
segunda-feira, 2 de março de 2009
Não serei submissa
Não tente me reprimir pois sua tentativa sera falha
já não fico intimidada com seu tom infortuno
não me interessa saber mais nada
dessa vez não estou preocupada
quero ver seu mundinho pegar fogo
pra você morrer de osteíte
quero sair desse posso triste,
de chamas e ruindade.
não me importo com sua felicidade
não me interessa saber de você
quero ver seu sangue escorrer na madrugada
sozinho e largado na calçada
não quero saber da nova TV
não quero apostar sabendo que vou perder,
de você, pra você,
não vou ceder.
chega de confusão
prefiro seguir minha intuição
nada que venha de ti me agrada
suas palavras não tem fundamento
suas manias machistas não me farão baixar a cabeça
por tanto saiba que eu não me rendo
não serei submissa ao seu costume tolo
e indigno do meu respeito.
lágrimas minhas não caíram na sua cerâmica
seja incorreto
seja o que quiser
seja como for
seja com a minha eterna ausência!
já não fico intimidada com seu tom infortuno
não me interessa saber mais nada
dessa vez não estou preocupada
quero ver seu mundinho pegar fogo
pra você morrer de osteíte
quero sair desse posso triste,
de chamas e ruindade.
não me importo com sua felicidade
não me interessa saber de você
quero ver seu sangue escorrer na madrugada
sozinho e largado na calçada
não quero saber da nova TV
não quero apostar sabendo que vou perder,
de você, pra você,
não vou ceder.
chega de confusão
prefiro seguir minha intuição
nada que venha de ti me agrada
suas palavras não tem fundamento
suas manias machistas não me farão baixar a cabeça
por tanto saiba que eu não me rendo
não serei submissa ao seu costume tolo
e indigno do meu respeito.
lágrimas minhas não caíram na sua cerâmica
seja incorreto
seja o que quiser
seja como for
seja com a minha eterna ausência!
Olhar de vingança
A luz retorna da noite para o dia
mas continuo na escuridão
uma faca na mesa
os pulsos no chão
não desejo uma auto destruição
já pensei em fazer
mas devo me precaver
não quero morrer sem sentir prazer
prazer em você
prazer em ti ter
acostumada com a luz sou cega na escuridão
mas quando mergulho no teu olhar ressurgi o clarão
é só por um momento
continuo presa
no escuro
no tormento
fantasmas
vultos
fogo no chão
fujo desgovernada
desviando-lhes a atenção
procurando deduzir essa infindável perseguição
vermelho sângue
verde esperança
alma de mulher
coração de criança
sorriso sereno
olhar de vingança
o que sinto o que vejo
insegurança e o fim de uma aliança ;T !
mas continuo na escuridão
uma faca na mesa
os pulsos no chão
não desejo uma auto destruição
já pensei em fazer
mas devo me precaver
não quero morrer sem sentir prazer
prazer em você
prazer em ti ter
acostumada com a luz sou cega na escuridão
mas quando mergulho no teu olhar ressurgi o clarão
é só por um momento
continuo presa
no escuro
no tormento
fantasmas
vultos
fogo no chão
fujo desgovernada
desviando-lhes a atenção
procurando deduzir essa infindável perseguição
vermelho sângue
verde esperança
alma de mulher
coração de criança
sorriso sereno
olhar de vingança
o que sinto o que vejo
insegurança e o fim de uma aliança ;T !
domingo, 1 de março de 2009
Perfeita
Porque tem que ser tão perfeita
eu conheço seu desejoque eu me apaixone em demasia
para depois me negar amor
meu desejo é você
entenda de um vez
o que te afasta de mim,
medo,vergonha,abstinência?
posso lhe dar o que ninguém mais pode:
amor verdadeiro
se é que ainda existe
se entregue a mim
mergulhe em meu leito,
que te farei sentir o que já é
rainha misteriosa
Deixe-me decifra-la!
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